Depressão em cachorros

Tempo de leitura: 3 min

Escrito por Carlos Meira
em julho 18, 2022

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A doença tem tratamento e necessita de avaliação veterinária para confirmação do diagnóstico.

A depressão não atinge apenas os seres humanos, os cães também podem enfrentar o problema e dão sinais de que algo não vai bem. No entanto, para diferenciar a doença de características próprias do animal é indispensável conhecer seu temperamento.

Ficar mais sonolento e dormir mais são comportamentos normais em filhotes ou idosos. Também podem ser comuns em dias mais gelados. Agora, se além do sono excessivo o pet parar de comer e interagir com o ambiente é válido levá-lo para uma consulta na clínica veterinária.

Você sabe quais são os sintomas da depressão canina? E o que fazer quando o cão recebe o diagnóstico? Confira os detalhes.

Sintomas da depressão em cachorros

Os principais sintomas apresentados por cães em depressão são muito semelhantes aos dos humanos. No caso, são eles:

  • Perda de apetite;
  • Perda de peso sem motivo aparente;
  • Automutilação;
  • Desinteresse por atividades rotineiras;
  • Tristeza profunda;
  • Rejeição ao toque físico;
  • Sonolência;
  • Cauda sempre abaixada;
  • Bocejos frequentes.

É válido ressaltar que alguns sinais são parte do comportamento do cão, como a sonolência ou os bocejos. De qualquer forma, se notar mais sintomas e o olhar do seu amigo de quatro patas parecer sempre triste, procure a ajuda do veterinário.

Possíveis causas para a depressão em cães

As causas da depressão em cachorros podem ser variadas, mas costumam envolver mudanças bruscas na rotina. Dentre os motivos mais comuns estão:

Mudanças no ambiente

Mudanças de casa, de cidade e até a separação de um ou mais donos. Por exemplo, se um casal tinha um cão e o relacionamento termina, o animal sente falta daquele que não mora mais no mesmo lar e pode desenvolver a depressão.

Morte de uma pessoa ou pet

A morte de um dos donos ou pessoa que morava na mesma casa pode afetar o cão, mesmo não sendo seu humano favorito. Além disso, se ele convive com outros pets, também sente falta destes quando falecem.

Chegada de um pet ou bebê

A chegada de outro ser que irá exigir mais atenção de seu tutor também é tida como causa de depressão. O pet pode se sentir desprezado e, no lugar de tentar chamar a atenção, se afasta e se isola.

Perda da liberdade

Um cão que antes passeava com frequência ou podia ficar horas sozinho no jardim de casa sente o impacto dessa mudança. Quando tem sua liberdade privada e precisa passar mais tempo preso, sem sair, desenvolve ansiedade e pode ficar depressivo.

Eventos traumáticos

Cirurgias e atropelamentos podem ser eventos traumáticos na vida de um cão, assim como o abandono, no caso dos resgatados. Ao identificar qualquer situação que remeta ao trauma, o animal pode desenvolver sintomas depressivos.

Como é o diagnóstico e tratamento

Como os sintomas da depressão canina estão presentes em outras doenças, apenas o médico veterinário pode fazer o diagnóstico e indicar o melhor tratamento. Assim, ao notar seu pet mais distante e tristonho, leve-o para uma consulta de rotina.

O profissional vai fazer mais perguntas, para analisar se os sintomas não são próprios do comportamento do animal e pedir exames. Descartados outros problemas de saúde, será iniciado o tratamento.

Como prevenir a depressão em cachorros

A prevenção ainda é a melhor forma de evitar a depressão nos cães. Com isso, é essencial manter uma rotina com o animal, tirar um tempo para dar carinho, passear e brincar com ele.

Além disso, mantenha água e ração frescas a disposição, um espaço confortável para ele dormir e preste atenção nas mudanças de comportamento.

Aconteceu alguma situação diferente, como a morte de um pet ou ente querido? Fique próximo do seu cãozinho e dê conforto a ele. Se a questão é a chegada de um novo morador, mostre ao seu aumigo que nada vai mudar, passe segurança a ele com essa novidade.

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